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Manobra de Embarcação – Módulo 1
1.
Para se suspender de um fundeadouro, devemos:
Ir recolhendo a âncora com atenção
Ir recolhendo a âncora, com máquina devagar atrás
Ir recolhendo a âncora, com máquina devagar adiante, caso a amarra esteja tesada para vante
Ir recolhendo a âncora, observando a posição da amarra em relação a proa
Ir recolhendo a âncora, com máquina devagar adiante, caso a amarra esteja perpendicular à embarcação e) Ir recolhendo a âncora, com máquina devagar adiante, caso a amarra esteja tesada para vante
None
2.
Suspender, em manobra é:
Sair com a embarcação do cais
Levantar um peso, a bordo
Desamarrar a embarcação de uma bóia
Entrar com a embarcação para local de fundeio
Sair com a embarcação do local de fundeio, recolhendo a âncora
None
3.
Espia que sai da embarcação perpendicularmente ao cais:
Través
Retinida
Espringue de popa
Lançante de popa
Lançante de proa
None
4.
São peças de forma elíptica de ferro ou outro metal, fixadas na borda, podendo ser aberta ou fechada, para servirem de guia aos cabos de amarração dos navios:
Espia
Buzina
Anilha
Cadaste
Cabeço
None
5.
Ao fundearmos uma embarcação, uma das principais preocupações é que o local seja:
Tenha espaço suficiente para a embarcação girar sem perigo
Tenha uma profundidade adequada a nossa embarcação
Abrigado de ventos, correntes e ondas
Adequado ao tipo de âncora
Todas as afirmativas estão corretas
None
6.
O que é amarra?
Corrente ou cabo que serve para prender a âncora ao paiol da amarra ou ao convés da embarcação
Corrente ou cabo que serve para prender a âncora ao porão da amarra
Cabo que serve para prender a âncora na boia
Corrente que serve para prender a âncora ao anete
Corrente ou cabo que serve para prender a âncora ao escovem da embarcação
None
7.
A âncora mais comum, a bordo das embarcações de esporte e recreio, é a:
Almirantado
Danforth
Bruce
Busca-vida
Fateixa
None
8.
Uma embarcação com um hélice apenas, com rotação no sentido anti-horário, com leme a meio, e em movimento avante tende a guinar para:
Boreste lentamente
Boreste rapidamente
Bombordo lentamente
Boreste muito lentamente
Bombordo muito lentamente
None
9.
Qual das condições abaixo não caracteriza um bom fundeadouro?
Ser de pouca profundidade, evitando largar um grande filame
Ser abrigado de ventos, correntes e ondas
O fundo deve ser de boa tença
O fundo não deve possuir gradiente acentuado, porque é mais difícil para a âncora unhar e o barco fica sujeito a garrar quando estiver portando pela amarra no lado de maior profundidade b) Ter um espaço limitado para não se fundear fora da área permitida c) Ser abrigado de ventos, correntes e ondas d) Ser de pouca profundidade, evitando largar um grande filame e) O fundo deve ser de boa tença
Ter um espaço limitado para não se fundear fora da área permitida
None
10.
Sob o ponto de vista evolutivo, uma vantagem das embarcações de dois hélices sobre as de um hélice, seria:
Os dois hélices com mesmo passo facilita o seguimento com o leme a meio
Os efeitos do hélice no governo se anulam, ficando a embarcação somente sob a ação do leme
As correntes de sucção se anulam
Os efeitos dos hélices se mutiplicam, dificultando a manobra de guinadas
Os efeitos dos hélices se somam, facilitando a manobra de guinadas
None
11.
Para se fundear com corrente e vento, deve-se:
Fundear, independente do efeito do vento e da corrente
Aproar ao vento ou à corrente, sempre a que estiver mais forte
Sempre aproar, entre o vento e a corrente, ou ao que estiver mais fraco
Sempre empopar ao que estiver mais forte
Aproar à corrente, independente do vento e da corrente
None
12.
Qual das condições abaixo não é característica de um bom fundeadouro?
Ter um fundo de má tença
Ter um fundo de boa tença
Ser abrigado de ventos, correntes e ondas
Ter uma profundidade adequada ao fundeio e ao tipo de âncora
Ter uma profundidade adequada ao fundeio
None
13.
Como é denominada a manobra efetuada quando se quer manter a embarcação com a proa chegada ao vento para aguentar o mau tempo, com pouco segmento, mas abatendo consideravelmente e formando uma esteira de calma?
correr com o tempo
rocegar
derivar
abater
pôr a embarcação a capa
None
14.
Numa atracação, com vento ou corrente perpendicular ao cais, com aproximação a sotavento, deverei aproximar com a embarcação:
Paralela ao cais, com muito seguimento
Com um ângulo de 90º com o cais
Com um ângulo de 30º com o cais
Paralela ao cais com pouco seguimento
Com um ângulo aproximado de 45º com o cais
None
15.
Para se largar de um cais (desatracar), com vento e corrente pela popa, devemos:
Largar todas as espias e manter o leme a meio
Largar todas as espias, exceto a que diz para ré, na proa, mantendo o leme na direção do cais
Largar todas as espias e manter o leme a boreste
Largar todas as espias, exceto a que diz para vante, na proa, mantendo o leme na direção do cais
Largar todas as espias, exceto a que diz para vante, na popa, mantendo o leme contrário ao cais
None
16.
Embarcações de propulsão a motor ou à vela poderão se aproximar da linha base para fundear, caso não haja nenhum dispositivo contrario estabelecido pela autoridade competente. Toda aproximação deverá ser feita:
Perpendicular à linha base e com velocidade não superior a 3 (três) nós, preservando a segurança dos banhistas
em qualquer direção em relação à linha base e com velocidade não superior a 3 (três) nós, preservando a segurança dos banhistas
Paralela à linha base e com velocidade não superior a 3 (três) nós, preservando a segurança dos banhistas
Perpendicular à linha base e com velocidade até 6 (seis) nós, preservando a segurança dos banhistas
Paralela à linha base e com velocidade não superior a 5 (cinco) nós, preservando a segurança dos banhistas
None
17.
O movimento de uma embarcação motorizada, para vante ou para ré, é causado diretamente:
pela aceleração do motor
pelo giro do hélice
pelo giro do leme
pela ação das correntes marinhas sobre o casco
pela ação dos ventos sobre os panos
None
18.
Para se largar de um cais, com vento e corrente pela proa, devemos:
Largar somente as espias da popa e folgar as da proa, mantendo o leme para o mesmo bordo do cais
Largar todas as espias, exceto a que diz para ré, na popa, mantendo o leme contrário ao cais
Largar todas as espias e manter o leme a meio
Largar todas as espias, exceto a que diz para vante, na popa, mantendo o leme contrário ao cais
Largar todas as espias, exceto a que diz para vante, na proa, com leme a meio
None
19.
Para atracar deve-se, em regra geral, manobrar da seguinte forma:
Aproximar do cais, num ângulo de 90°, de modo a passar um cabo de proa, logo que possa, colocando o leme para o bordo do cais, para deslocar a popa para este
Aproximar do cais, em qualquer ângulo, desde que, sem seguimento, guinando-se a popa para o cais e passando o cabo de ré
Aproximar do cais, num ângulo de 90°, de modo a passar um cabo de proa, logo que possa, colocando o leme para o bordo oposto do cais
Aproximar do cais, de popa, de modo a passar um cabo, logo que possa, colocando o leme para o bordo do cais, para deslocar a proa para este
Aproximar do cais, num ângulo de 45°, de modo a passar um cabo de proa, logo que possa, colocando o leme para o bordo oposto ao cais, para deslocar a popa para este
None
20.
O leme de um barco, posicionado na popa, dará a direção para um barco. Quando giramos o timão para direita. Um barco em movimento também tomará a direção de boreste e o leme terá ângulo:
para boreste
para frente
para bombordo
para ré
para popa
None
21.
As partes curvas do costado de uma embarcação, nas imediações da popa, por boreste ou por bombordo, são chamadas de:
Bochechas
Boca
Alhetas
Antepara
Costado
None
22.
Para fundear devemos:
Quando a embarcação estiver sem seguimento, largar a âncora e dar máquina devagar adiante
Largar a âncora com seguimento a ré
Inverter a máquina e quando a embarcação estiver caindo a ré, largar a âncora
Largar a âncora com seguimento avante
Parar a máquina e largar a âncora
None
23.
A regra simples para se determinar a quantidade de amarra que se usa para fundear normalmente é:
No mínimo 2 vezes a profundidade do local
No mínimo 3 vezes a profundidade do local
No mínimo 1,5 vezes a profundidade do local
No mínimo 2,5 vezes a profundidade do local
No mínimo 6 vezes a profundidade do local
None
24.
Com corrente de proa a desatracação fica mais fácil:
Folgando-se todos os cabos, largando-se a embarcação ao efeito do vento e da corrente
Folgando-se primeiro os cabos de ré, mantendo-se os cabos de vante apertados
Folgando-se primeiro os cabos de vante, mantendo-se os cabos de ré apertados
Folgando-se todos os cabos, largando-se a embarcação ao efeito da corrente
Esperando-se o efeito da corrente cessar, para dar início a manobra da embarcação
None
25.
A curva que a embarcação faz quando o leme está para um dos bordos a um determinado grau considerado padrão e a uma determinada velocidade padrão, chamamos de:
Curva de giro reversa
Curva de boutakov
Curva de giro bâbord
Curva de giro padrão
Curva de giro inversa
None
26.
A boia de arinque, que é utilizada por embarcações de grande porte, serve:
Para evitar que a embarcação garre
Para determinar o local onde podemos fundear com segurança
Para medir a profundidade do local
Para amarrar a embarcação num local próximo à marina
Para indicar o local onde a âncora está no fundo
None
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