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Manobra de Embarcação – Módulo 1
1.
O movimento de uma embarcação motorizada, para vante ou para ré, é causado diretamente:
pelo giro do leme
pelo giro do hélice
pela ação dos ventos sobre os panos
pela aceleração do motor
pela ação das correntes marinhas sobre o casco
None
2.
Para atracar deve-se, em regra geral, manobrar da seguinte forma:
Aproximar do cais, num ângulo de 90°, de modo a passar um cabo de proa, logo que possa, colocando o leme para o bordo oposto do cais
Aproximar do cais, num ângulo de 90°, de modo a passar um cabo de proa, logo que possa, colocando o leme para o bordo do cais, para deslocar a popa para este
Aproximar do cais, de popa, de modo a passar um cabo, logo que possa, colocando o leme para o bordo do cais, para deslocar a proa para este
Aproximar do cais, num ângulo de 45°, de modo a passar um cabo de proa, logo que possa, colocando o leme para o bordo oposto ao cais, para deslocar a popa para este
Aproximar do cais, em qualquer ângulo, desde que, sem seguimento, guinando-se a popa para o cais e passando o cabo de ré
None
3.
Como é denominada a manobra efetuada quando se quer manter a embarcação com a proa chegada ao vento para aguentar o mau tempo, com pouco segmento, mas abatendo consideravelmente e formando uma esteira de calma?
abater
rocegar
pôr a embarcação a capa
derivar
correr com o tempo
None
4.
Para se largar de um cais, com vento e corrente pela proa, devemos:
Largar todas as espias, exceto a que diz para vante, na popa, mantendo o leme contrário ao cais
Largar todas as espias, exceto a que diz para vante, na proa, com leme a meio
Largar todas as espias e manter o leme a meio
Largar somente as espias da popa e folgar as da proa, mantendo o leme para o mesmo bordo do cais
Largar todas as espias, exceto a que diz para ré, na popa, mantendo o leme contrário ao cais
None
5.
Suspender, em manobra é:
Sair com a embarcação do local de fundeio, recolhendo a âncora
Levantar um peso, a bordo
Desamarrar a embarcação de uma bóia
Sair com a embarcação do cais
Entrar com a embarcação para local de fundeio
None
6.
Para se suspender de um fundeadouro, devemos:
Ir recolhendo a âncora, com máquina devagar adiante, caso a amarra esteja perpendicular à embarcação e) Ir recolhendo a âncora, com máquina devagar adiante, caso a amarra esteja tesada para vante
Ir recolhendo a âncora, com máquina devagar adiante, caso a amarra esteja tesada para vante
Ir recolhendo a âncora com atenção
Ir recolhendo a âncora, com máquina devagar atrás
Ir recolhendo a âncora, observando a posição da amarra em relação a proa
None
7.
Qual das condições abaixo não caracteriza um bom fundeadouro?
O fundo deve ser de boa tença
Ser de pouca profundidade, evitando largar um grande filame
O fundo não deve possuir gradiente acentuado, porque é mais difícil para a âncora unhar e o barco fica sujeito a garrar quando estiver portando pela amarra no lado de maior profundidade b) Ter um espaço limitado para não se fundear fora da área permitida c) Ser abrigado de ventos, correntes e ondas d) Ser de pouca profundidade, evitando largar um grande filame e) O fundo deve ser de boa tença
Ser abrigado de ventos, correntes e ondas
Ter um espaço limitado para não se fundear fora da área permitida
None
8.
A boia de arinque, que é utilizada por embarcações de grande porte, serve:
Para medir a profundidade do local
Para indicar o local onde a âncora está no fundo
Para evitar que a embarcação garre
Para amarrar a embarcação num local próximo à marina
Para determinar o local onde podemos fundear com segurança
None
9.
A regra simples para se determinar a quantidade de amarra que se usa para fundear normalmente é:
No mínimo 2 vezes a profundidade do local
No mínimo 2,5 vezes a profundidade do local
No mínimo 3 vezes a profundidade do local
No mínimo 1,5 vezes a profundidade do local
No mínimo 6 vezes a profundidade do local
None
10.
São peças de forma elíptica de ferro ou outro metal, fixadas na borda, podendo ser aberta ou fechada, para servirem de guia aos cabos de amarração dos navios:
Anilha
Espia
Cadaste
Cabeço
Buzina
None
11.
Sob o ponto de vista evolutivo, uma vantagem das embarcações de dois hélices sobre as de um hélice, seria:
As correntes de sucção se anulam
Os efeitos dos hélices se mutiplicam, dificultando a manobra de guinadas
Os efeitos dos hélices se somam, facilitando a manobra de guinadas
Os dois hélices com mesmo passo facilita o seguimento com o leme a meio
Os efeitos do hélice no governo se anulam, ficando a embarcação somente sob a ação do leme
None
12.
Com corrente de proa a desatracação fica mais fácil:
Folgando-se primeiro os cabos de vante, mantendo-se os cabos de ré apertados
Esperando-se o efeito da corrente cessar, para dar início a manobra da embarcação
Folgando-se todos os cabos, largando-se a embarcação ao efeito da corrente
Folgando-se primeiro os cabos de ré, mantendo-se os cabos de vante apertados
Folgando-se todos os cabos, largando-se a embarcação ao efeito do vento e da corrente
None
13.
As partes curvas do costado de uma embarcação, nas imediações da popa, por boreste ou por bombordo, são chamadas de:
Costado
Boca
Alhetas
Bochechas
Antepara
None
14.
Espia que sai da embarcação perpendicularmente ao cais:
Través
Lançante de proa
Retinida
Lançante de popa
Espringue de popa
None
15.
A âncora mais comum, a bordo das embarcações de esporte e recreio, é a:
Almirantado
Danforth
Fateixa
Bruce
Busca-vida
None
16.
Numa atracação, com vento ou corrente perpendicular ao cais, com aproximação a sotavento, deverei aproximar com a embarcação:
Paralela ao cais, com muito seguimento
Paralela ao cais com pouco seguimento
Com um ângulo de 90º com o cais
Com um ângulo aproximado de 45º com o cais
Com um ângulo de 30º com o cais
None
17.
O leme de um barco, posicionado na popa, dará a direção para um barco. Quando giramos o timão para direita. Um barco em movimento também tomará a direção de boreste e o leme terá ângulo:
para frente
para boreste
para popa
para bombordo
para ré
None
18.
O que é amarra?
Corrente ou cabo que serve para prender a âncora ao porão da amarra
Corrente ou cabo que serve para prender a âncora ao paiol da amarra ou ao convés da embarcação
Corrente ou cabo que serve para prender a âncora ao escovem da embarcação
Cabo que serve para prender a âncora na boia
Corrente que serve para prender a âncora ao anete
None
19.
A curva que a embarcação faz quando o leme está para um dos bordos a um determinado grau considerado padrão e a uma determinada velocidade padrão, chamamos de:
Curva de giro reversa
Curva de giro bâbord
Curva de giro padrão
Curva de giro inversa
Curva de boutakov
None
20.
Ao fundearmos uma embarcação, uma das principais preocupações é que o local seja:
Adequado ao tipo de âncora
Todas as afirmativas estão corretas
Abrigado de ventos, correntes e ondas
Tenha uma profundidade adequada a nossa embarcação
Tenha espaço suficiente para a embarcação girar sem perigo
None
21.
Para fundear devemos:
Inverter a máquina e quando a embarcação estiver caindo a ré, largar a âncora
Quando a embarcação estiver sem seguimento, largar a âncora e dar máquina devagar adiante
Parar a máquina e largar a âncora
Largar a âncora com seguimento avante
Largar a âncora com seguimento a ré
None
22.
Para se fundear com corrente e vento, deve-se:
Aproar à corrente, independente do vento e da corrente
Sempre empopar ao que estiver mais forte
Sempre aproar, entre o vento e a corrente, ou ao que estiver mais fraco
Aproar ao vento ou à corrente, sempre a que estiver mais forte
Fundear, independente do efeito do vento e da corrente
None
23.
Embarcações de propulsão a motor ou à vela poderão se aproximar da linha base para fundear, caso não haja nenhum dispositivo contrario estabelecido pela autoridade competente. Toda aproximação deverá ser feita:
Perpendicular à linha base e com velocidade não superior a 3 (três) nós, preservando a segurança dos banhistas
Perpendicular à linha base e com velocidade até 6 (seis) nós, preservando a segurança dos banhistas
Paralela à linha base e com velocidade não superior a 3 (três) nós, preservando a segurança dos banhistas
em qualquer direção em relação à linha base e com velocidade não superior a 3 (três) nós, preservando a segurança dos banhistas
Paralela à linha base e com velocidade não superior a 5 (cinco) nós, preservando a segurança dos banhistas
None
24.
Para se largar de um cais (desatracar), com vento e corrente pela popa, devemos:
Largar todas as espias e manter o leme a boreste
Largar todas as espias, exceto a que diz para vante, na proa, mantendo o leme na direção do cais
Largar todas as espias e manter o leme a meio
Largar todas as espias, exceto a que diz para ré, na proa, mantendo o leme na direção do cais
Largar todas as espias, exceto a que diz para vante, na popa, mantendo o leme contrário ao cais
None
25.
Qual das condições abaixo não é característica de um bom fundeadouro?
Ser abrigado de ventos, correntes e ondas
Ter um fundo de boa tença
Ter uma profundidade adequada ao fundeio
Ter um fundo de má tença
Ter uma profundidade adequada ao fundeio e ao tipo de âncora
None
26.
Uma embarcação com um hélice apenas, com rotação no sentido anti-horário, com leme a meio, e em movimento avante tende a guinar para:
Bombordo lentamente
Boreste muito lentamente
Boreste rapidamente
Bombordo muito lentamente
Boreste lentamente
None
Time's up